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VISÃO DA IGREJA

LOUVOR e ADORAÇÃO

Louvor e adoração não estão necessariamente ligados à música para acontecer. Embora, cremos que a música faça parte, louvor e adoração é algo mais profundo, de dentro pra fora, uma expressão de amor, respeito e muita admiração. Vamos entender:

Louvor é bendizer, declarar as maravilhas que Deus faz e fez. É honrá-lo com nossas atitudes.

“Tudo o que têm vida louve o Senhor! Aleluia” Salmos 150. 1-6 (v.6 NVI)

Adoração é Veneração. É um estilo de vida, um comportamento que glorifique a Deus de uma forma visível para que todos possam testemunhar deste estilo. Adoração envolve comprometimento! Uma vida de adoração não se restringe somente na igreja, mas em todos os lugares. É dar todo o respeito que se mereça!

“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. João 4.23

 

SANTIDADE
“E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade”. Efésios 4.24

Santidade: é o estado daquele ou daquilo que é santo. Em outras palavras santidade é nos afastar do pecado, não deixando dominar-se por ele. Quando mais conhecemos a Deus mais íntimos ficamos, e essa intimidade vai gerando santidade em nossas vidas.

 

OBEDIÊNCIA e SUBMISSÃO

“Samuel respondeu: - O que é que o Senhor Deus prefere? Obediência ou oferta de sacrifícios? É melhor obedecer a Deus do que oferecer-lhe em sacrifício as melhores ovelhas”. 1 Samuel 15. 22

“Se quiseres e me ouvires, comerão o melhor desta terra”. Isaías 1.19

Deus se move por princípios! Isso traz paz e segurança, pois Deus não é instável ou inseguro. Ele sempre honrará sua palavra. Deus nunca irá nos forçar a obedecê-lo. Então a decisão em obedecê-lo é simplesmente nossa.

A verdadeira adoração é a obediência! (Pr. Fábio)

 

Mas o que é obediência?

É uma atitude: a ação de realizar a vontade de outro. Tito 2.9, Hebreus 13.17

Como membro desta igreja procuramos ter uma vida de obediência ao Senhor Jesus e aos nossos líderes, pois eles são instrumentos de Deus para nos ajudar a crescer. A Obediência traz bem estar e segurança e produz crescimento em todas as áreas de nossa vida.

 

O que é submissão?

É uma atitude do coração, gesto de honra.

Sub = estar debaixo, Missão = uma obra. Podemos concluir que submissão é estar debaixo de uma ordem com coração motivado para executarmos uma missão de uma pessoa que esteja sobre nós. É uma virtude que todo cristão precisa ter, Jesus era uma pessoa submissa, por esta razão teve o nome acima de todos os nomes! Filipenses 2.9

 

INTIMIDADE COM DEUS

Deus é relacionamento: Pai, Filho e Espírito Santo.

Intimidade com Deus é um relacionamento profundo com Deus. Deus como pai deseja estar perto e participar da vida de seus filhos.

“O Segredo do Senhor é com aqueles que o temem; e ele lhes mostrará a sua aliança”. Salmos 25.14

Não buscamos a Deus pelas nossas necessidades, mas sim por tudo que Ele é. Buscamos ser o reino dEle. Não O buscamos pelas nossas necessidades, mas por amor. O fato de não servimos a Deus só pelo que Ele pode nos dar, nos torna pessoas gratas pelo seu amor e constantes em qualquer situação (Habacuque 3.17-18). O desejo de Deus é suprir nossas necessidades, por isso, quando buscamos O em primeiro, Ele supre as necessidades. – Mateus 6.33

Precisamos buscar um relacionamento autêntico e não superficial com Deus. Afinal, nosso Deus é um Deus de perto e não de longe. Sendo assim, nossa maior motivação deve ser em conhecer ao Senhor. Jeremias 9.24

 

VIDA NO ESPÍRITO

“Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão, porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”. Romanos 8:13,14

A vida no espírito é buscar ter uma vida de renuncia aos padrões do mundo, de luta contra o pecado e comunhão com Deus, alinhando a mesma aos valores descritos na Bíblia. Vivendo uma fé que vence o mundo. – 1 João 5.4

Não tem como ter uma vida no espírito sem fé, por isso, a importância de sabermos sobre fé.

“Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temer, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: "Aba, Pai". O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus.” Romanos 8:15,16

Vida no Espírito é ter um coração de Filho. É reconhecer a paternidade de Deus e assumir essa paternidade em todas as áreas da nossa vida.

Somos Filhos!

 

SER SERVO DE CRISTO

Mateus 20.26-28

A palavra “serviço” tem origem do termo hebraico ‘ebed’, que é usado na bíblia no sentido de servir e ministrar. O (‘ebed’) é quando alguém desfruta de um relacionamento especial com o Senhor, é encarregado de uma missão particular e pertence ao seu senhor. Neste caso aquele que realmente é servo do Senhor, é propriedade exclusiva de Deus. Ser servo, não é ser escravo.

A igreja como o corpo de Cristo (1 Coríntios 12.27; Efésios 4.12; Colossenses 1.24), precisa estar ligada e andar na verdade daquele que é o Cabeça para que possa crescer saudável (Efésios 4.15).

Cristo é o nosso modelo de servo. Um dos maiores ministérios de Jesus foi o serviço. Ele se esvaziou da sua posição de Deus Filho, “fazendo-se semelhante aos homens”, dizendo que não veio para ser servido, mas para servir, que não é aquele que está à mesa, mas aquele que serve a mesa.

Podemos entender que o serviço não é um chamado para alguns, mas um mandamento para aqueles que verdadeiramente amam o Senhor e querem a Sua revelação. O serviço é um mandamento! 

 

FAZER DISCÍPULOS

Aqui entra uma visão que usamos como uma poderosa Ferramenta em nossa Igreja: A Visão do MDA.

 

A VISÃO DO MDA

Na visão do MDA, é possível à Igreja Local ganhar multidões para Jesus sem deixar de cuidar bem de cada cristão. O MDA abrange diversos fatores desenvolvidos na Igreja Local. Sem dúvida, o fator central do Modelo de Discipulado Apostólico é o discipulado um a um que todos na igreja recebem. Porém, este modelo (MDA) fala da visão geral de como cremos que a Igreja Local deve funcionar.

1 – O REINO DE DEUS

Jesus disse: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu Reino…” (Mateus 6.33).

Deus está implantando o Seu Reino aqui na Terra e Ele tem deixado bem claro qual é a visão dEle para nós:

Deus havia dito para o homem: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra…” (Gênesis 1.28). Por quê? Porque Adão e Eva gozavam de perfeita comunhão com Deus e assim refletiam a glória de Deus perfeitamente. À medida que eles obedecessem a ordem de crescer e multiplicar, toda a terra ficaria cheia da glória de Deus, como as águas cobrem o mar.

O plano original de Deus nunca mudou. Mesmo que o homem natural, por causa do pecado, não reflita a glória de Deus, aquelas pessoas que já nasceram de novo verdadeiramente refletem a Sua glória. Então a ordem de Deus continua a mesma: “Eu quero o Meu Reino implantado sobre toda a terra e isto vai acontecer quando os meus filhos colocarem o Meu Reino em primeiro lugar, crescerem e se multiplicarem até que toda a terra esteja cheia de pessoas que reflitam a minha Glória”.

 

2 – A IGREJA DO SENHOR JESUS

Mas qual é o contexto em que nós devemos buscar o Reino de Deus? Na prática, como podemos fazer isso?

Jesus disse: “Eu edificarei a Minha Igreja…” (Mateus 16.18) e em outra ocasião Ele disse “quem comigo não ajunta, espalha…” (Mateus 12.30). Em outras palavras, o Reino de Deus aqui na Terra se manifesta e é centralizado na Igreja do Senhor Jesus:

A Igreja do Senhor Jesus é o coração do Reino de Deus.

 

3 – A IGREJA LOCAL

Posso saber, então, que verdadeiramente estou buscando o Reino de Deus se eu estiver trabalhando com Jesus na Edificação da Sua Igreja Mundial. Mas, como a Igreja Mundial do Senhor Jesus é edificada? Através da Igreja Local.

Se eu não estiver edificando a Igreja Local eu não estou edificando como eu deveria a Igreja Mundial do Senhor Jesus. A Bíblia fala muito mais acerca da Igreja Local do que da Igreja Mundial. Estamos trabalhando com Deus ou contra Deus? Talvez muitos não saibam disto, mas quem não está na visão da Igreja Local – ajudando a Igreja Local a crescer e multiplicar em quantidade e qualidade, está na realidade (mesmo que seja por omissão) trabalhando contra Deus.

Isto é sério. Deus coloca máxima importância na Igreja Local porque a Igreja Local é o coração da Igreja do Senhor Jesus aqui na Terra.

O Apóstolo João, em Apocalipse 1.10-11, ouviu a voz do Senhor Jesus por trás dele. Mas quando virou para ver o Senhor Jesus, primeiramente ele viu sete candeeiros de ouro (Ap. 1.12), e só depois viu o Senhor Jesus (Ap. 1.13). Os sete candeeiros são as sete igrejas locais (Ap. 1.20). Creio que, simbolicamente, isto mostra que para termos plena revelação do Senhor Jesus, temos também que ter a visão da Igreja Local. Onde estava Jesus? “No meio dos sete candeeiros” (Ap. 1.13). No meio das Igrejas Locais. É impressionante a importância que Deus põe na Igreja Local.

 

4 – A CÉLULA

É muito importante que todos os cristãos da Igreja Local estejam congregando na célula, onde a vida do Corpo se encontra de forma sintetizada em todos os seus muitos aspectos, tais como: adoração, intercessão, evangelismo, integração, discipulado, treinamento de líderes, comunhão, assistência social, etc.

É necessário que essa célula esteja sempre aberta para receber novas pessoas. Como a célula do corpo humano, deve estar sempre crescendo, multiplicando e formando novas células. Esse tipo de célula resgata a “Igreja no Lar”, e por isso cremos ser importante que todos congreguem em uma célula deste tipo, pois acreditamos que foi assim que aconteceu na igreja neotestamentária. Para nós, a Célula é o Coração da Igreja Local.

Todas as nossas Células, heterogêneas e homogêneas, têm essas características, e todos os membros estão em um desses dois tipos de Células. A totalidade de nossas Células cresce, e elas se multiplicam em três áreas:

  1. Verticalmente: os membros crescem em intimidade com Deus e multiplicam isso nas vidas dos seus discípulos.
  2. Horizontalmente: os membros crescem em comunhão uns com os outros e multiplicam isso nas vidas dos seus discípulos.
  3. Exteriormente: Os membros crescem numericamente ganhando novas pessoas para Jesus, discipulando essas pessoas e multiplicam esse código genético de evangelismo e discipulado nas vidas dos seus discípulos. A Célula cresce em número de membros e se multiplica, gerando assim novas Células.

É este tipo de Célula que é o verdadeiro coração da Igreja Local. Na igreja baseada em Células tudo acontece pela Célula, para a Célula, através da Célula e em função da Célula.

No gráfico acima podemos perceber que o coração do Reino de Deus é a Igreja Mundial do Senhor Jesus; o coração da Igreja Mundial é a Igreja Local; e o coração da Igreja Local é a Célula. Você pode perceber, então, que todo esforço cristão para implantar o Reino de Deus na terra deve resultar em priorizar, direta ou indiretamente a edificação de Células no contexto da Igreja Local. Agora, qual é o coração da Célula?

Funções na célula:

  •     Líder: É um membro que amadureceu, entendeu a visão e o propósito do Reino de Deus e da igreja local, e está disposto a exercer o sacerdócio em benefício dos outros irmãos.
  •     Anfitrião: São aqueles que abrem a sua casa com disposição e amor para o funcionamento da célula. Devem ser hospitaleiros e receber bem os irmãos.
  •     Auxiliar: São todos aqueles que se reúnem regularmente, no grupo pequeno, com a intenção de exercer funções e princípios auxiliando o líder da célula. Todos os membros da célula são auxiliares.
  •     Supervisores: São aqueles líderes que já multiplicaram suas células várias vezes e agora funcionam na posição de “supervisão”, ajudando a garantir o bom andamento das células.

 

5 – O DISCIPULADO UM A UM

Jesus priorizou o discipulado na Sua vida aqui na Terra. Antes de escolher os seus discípulos Ele orou a noite toda (Lucas 6.12-13), e uma grande parte do seu tempo foi ocupado investindo na vida destes discípulos. Como Ele viajava horas e horas a pé, é bem provável que, enquanto estava caminhando com os discípulos naquelas estradas construídas pelo Império Romano, Ele aproveitasse bem o tempo discipulando. Quem já caminhou por muitas horas sabe que é difícil andar e falar com muitas pessoas ao mesmo tempo.

Cremos que Jesus discipulava muito:

  1. Um a Um
  2. Em grupo.

Temos visto que é muito bom discipular em grupos, mas nunca em substituição ao discipulado um a um. Sem dúvida, isto possibilita que o discipulado seja mais profundo, intenso, e específico.

É claro que, para haver esse tipo de discipulado os dois (discípulo e discipulador) devem ser do mesmo sexo. Também, alguém não pode estar discipulando outra pessoa se ele primeiramente não tiver discipulador. O discipulador tem compromisso total de não falar nada para pessoa alguma daquilo que o discípulo confidenciou, a não ser que obtenha primeiramente sua permissão.

Este discipulado deve acontecer no contexto da Célula, ou seja, é importante que o discípulo esteja participando da mesma Célula do seu discipulador. O discipulado nunca deve ser manipulativo. O verdadeiro discipulado é para ajudar o discípulo a crescer.

Discipulado é proteção. Discipulado é crescimento. Seja transparente com o seu discipulador. Você ficará maravilhado como Deus vai usar seu discipulador para ajudá-lo a vencer o pecado, crescer espiritualmente, ser um ganhador de almas, e ser também um bom discipulador. “Confessai os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros para serdes curados” (Tiago 5.16).

Uma vez que você está sendo discipulado, é importante começar a orar e pedir a Deus que lhe mostre quem você deverá discipular. Quando você ganha alguém para Jesus, você tem que garantir que aquela pessoa seja bem discipulada. Normalmente é você quem deve discipular aquele novo convertido.

Jesus, antes de ascender aos céus, nos deixou a Grande Comissão: “Ide, portanto, fazei discípulos…” (Mateus 28.19). Isto tem que ser priorizado, pois sem dúvida é um assunto de máxima importância. Na medida em que meditávamos na centralidade do discipulado, Deus nos revelou que o discipulado um a um é o coração da Célula. A esse relacionamento do discipulador com seu discípulo (total de duas pessoas) chamamos de uma microcélula. Como a ênfase central da Visão do Modelo do Discipulado Apostólico é o discipulado um a um, vimos que seria ideal usarmos a mesma sigla para identificar esta microcélula.

Então, como visão da Igreja Local temos:

MDA: Modelo de Discipulado Apostólico.

E como o nome da micro-célula de discipulado, também, temos:

MDA: Micro-célula de Discipulado Apostólico.

O discipulado, na microcélula, é feito um a um. Você poderá notar então que a microcélula tem o total de duas pessoas: Discipulador e Discípulo. Cremos que o MDA é a menor representação da Igreja: a microcélula do Corpo de Cristo, “onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome…” (Mateus 18.20). É interessante notar que o contexto desta passagem se refere à Igreja Local.

O importante é que todos estejam debaixo da cobertura de um discipulador, e que todos estejam fazendo discípulos, porque, como já foi enfatizado, o discipulado é o coração da Célula. Em outras palavras: o MDA é o coração da Célula.

A Visão do MDA pede que cada cristão esteja inserido onde está a figura daquela pessoa no gráfico abaixo:

Na Visão do MDA cada cristão deve estar sendo e fazendo discípulos, participar de uma Célula, abraçar a visão da Igreja Local, buscar a Unidade da Igreja Mundial e colocar em primeiro lugar o reino de Deus.

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